Estas têm duas vertentes: as regras propriamente ditas e a sinalética. As primeiras servem para regular o transito, a sinalética serve para informar, proibir e prevenir. As regras são da maior importância pois o cumprimento destas evitam os acidentes que fazem todos os anos milhares de vítimas.
Devem ser observados diversos preceitos para uma correcta utilização do automovel, sendo a manutenção uma delas. A manutenção do automovel reveste-se da maior importância pois dela depende a segurança do veiculo. Deve-se então sempre que possivel fazer a manutenção do veiculo numa oficina do representante da marca, porque é ele que conhece melhor os veiculos, utilizando unicamente peças de origem e pessoal especializado. O unico senão é que, tanto as revisões, como as mudanças de óleo são mais caras. Não sendo possível ou não sendo esta a opção, se a manutenção for feita fora das oficinas da marca, esta deve seguir as indicações que constam do livro de revisões do veiculo; sendo esta uma opção mais ecónomica.
Devem ser observados diversos preceitos para uma correcta utilização do automovel, sendo a manutenção uma delas. A manutenção do automovel reveste-se da maior importância pois dela depende a segurança do veiculo. Deve-se então sempre que possivel fazer a manutenção do veiculo numa oficina do representante da marca, porque é ele que conhece melhor os veiculos, utilizando unicamente peças de origem e pessoal especializado. O unico senão é que, tanto as revisões, como as mudanças de óleo são mais caras. Não sendo possível ou não sendo esta a opção, se a manutenção for feita fora das oficinas da marca, esta deve seguir as indicações que constam do livro de revisões do veiculo; sendo esta uma opção mais ecónomica.
A utilização do automóvel exije que o condutor esteja habilitado com carta de condução. Para a obtenção desta deve recorrer a uma escola de condução, onde se aprendem as regras e a conduzir.
O automóvel: impacto social
O impacto social do automóvel foi muito grande, porque desde logo alterou hábitos, costumes e apresentações contribuindo para melhorar o nível de vida das pessoas.
O transporte de pessoas e bens que era feito por veículos de tração animal deu lugar a veículos com motores de combustão interna que a tecnologia desenvolveu, chegando aos dias de hoje como um bem de consumo. A sua democratização fez com que a vida fosse impensável sem a sua utilização e foi acelerando à medida que este se desenvolveu, trazendo consigo os males da vida moderna como por exemplo o »stress«,os acidentes e a poluição ambiental.
O uso e abuso dos veículos constitui um sério factor da degradação do meio ambiente. O mal é que o seu efeito se multiplica todos os dias por acção de centenas de milhões de veículos. Não devemos esquecer que os automóveis se movem graças á energia que o seu motor obtem queimando derivados de petróleo. Poucos sectores industriais enfrentam com tanta decisão e interesse a solução deste problema. Os fabricantes viraram-se para o esforço de erradicar da sua natureza o caractér poluente, uma decisão em parte voluntária e, em parte, imposta pela crescente pressão das legislações internacionais. O certo é que, hoje, os automóveis são concebidos para que o seu impacto ecológico seja o mais reduzido possivel.
A segurança na circulação adquiriu uma grande importância em face do crescente aumento de perda de vidas e de bens provocados pelos acidentes de viação e são responsaveis por 15% das entradas de um hospital. Na maioria dos acidentes, é muito difícil estabelecer qual tenha podido ser a causa destes mas, em todo o caso está demonstrado que são muito poucos os ocasionados por falhas mecânicas do veículo e que a maioria deve atribuir-se a erros ou negligência do condutor.
O automóvel: história
Os primeiros protótipos do automóvel nasceram na Europa em finais do séc. XIX. Experiências realizadas por toda a Europa ao longo das décadas de 1860 e 1870 contribuiram para o aparecimento de algo semelhante ao automóvel actual, mas verdadeiramente nasceram pela mão do alemão Carl Benz que inventou um automóvel com um motor de combustão interna a gasolina que atingia uma velocidade de 13 km/h . A patente desta invenção data de 29 de janeiro de 1886 em Mannheim, tendo iniciado a primeira produção em massa em 1888. No entanto foram muitos os que ao longo dos anos deram o seu contributo para que o automóvel aperecesse e se desenvolvesse. Outro marco incontornável da história do automóvel é o americano Henry Ford que foi o primeiro a produzir automóveis em série, destacando-se o Ford T, fabricado de 1908 a 1927 e cujas vendas ultrapassaram os 15 milhões de unidades. Os países europeus continuaram a diversificar a sua frota, na França surgiu o De Dion Bouton, Berliet e Rapid; na Itália veio o Fiat e o Alfa-Romeu, na Alemanha surgiu o Mercedes-Benz; a Suiça e a Espanha para diversificar resolveram criar uma série mais potente e esplendorosa: o Hispano-Suiza. Nos Estados Unidos, Henry Ford e William Morris, na Inglaterra fabricaram exemplares como o Ford o Morris eo Austin, os quais obtiveram um grande sucesso, a procura foi bem maior que a esperada, o que levou outras fábricas a iniciarem imediatamente a produção de automóveis com a mesma configuração. Com o decorrer dos anos os automóveis foram evoluindo e desenvolvendo
chegando aos nossos dias como um bem de consumo, sendo impensável viver sem eles.


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